Rewind

quinta-feira, 11 de fevereiro de 2010

Paz

Entrou. A igreja vazia, como ele gostava. Um silêncio que fazia tudo parecer um doce embalo. A luz a beijar docemente a madeira dos bancos e o ouro dos altares floridos. E finalmente o espaço que o tempo que corre, lá fora, não deixa encontrar.
Estranho como na ausência tudo pode estar mais presente. Estranho como no silêncio se pode ouvir mais. Nunca se sentia sozinho, nessas horas só suas.
E depois delas levava paz - como um segredo feliz para revelar no caminho.
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